Movimento Nacional dos Catadores de Residuos – adiamento da Expo Catadores

outubro 27th, 2011

http://www.mncr.org.br/box_1/notas-e-declaracoes/comunicado-sobre-o-adiamento-da-expocatadores-2011

UFRJ debate a Política Nacional de Resíduos Sólidos

julho 12th, 2011
3o. Seminário

3o. Seminário

Autoridades, estudiosos e especialistas discutem o marco regulatório e seus impactos no setor da reciclagem

Estimular a troca de experiências entre os atores envolvidos na Política Nacional de Resíduos Sólidos – governo, recicladores, pesquisadores e sociedade civil – promovendo uma discussão ampla sobre a legislação, sua implantação e as implicações na cadeia da reciclagem. Este é o principal objetivo do terceiro seminário organizado pelo Instituto de Macromoléculas da UFRJ (IMA) e a Associação e Sindicato dos Recicladores do Estado do Rio de Janeiro (SINDIECO/ARERJ). O evento reunirá no dia 10 de agosto, no auditório do Centro de Tecnologia da Universidade, autoridades estaduais e municipais, o meio acadêmico, entidades e recicladores do Rio de Janeiro. O evento, realizado anualmente, tem como foco promover a aproximação entre os setores empresarial, acadêmico e governamental, visando o debate de soluções sustentáveis para o setor da reciclagem.

Este ano, a abertura contará com a participação do Superintendente Estadual de Políticas de Saneamento, Victor Sveibil, do Secretário Municipal de Meio Ambiente, Carlos Muniz, do Secretario Municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, além dos deputados estaduais Paulo Ramos e Aspásia Camargo. Entre os palestrantes convidados estão Silvano Silvério, Diretor do Departamento de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente e André Trigueiro, professor e editor-chefe do programa “Cidades e Soluções”, da Globo News.

Na parte da manhã, as palestras são divididas em dois grandes temas: a situação atual da reciclagem e a reciclagem como mercado estratégico. No período da tarde, serão abordadas as propostas para o desenvolvimento do setor em relação às principais matérias-primas: papel, plástico e eletroeletrônico. Ao final das apresentações, os presentes estão convidados a participar de um debate com todos os palestrantes.

O 3º Seminário SINDIECO/ARERJ e IMA/UFRJ é gratuito. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas através do site www.sindieco.org.br/seminario.

3º Seminário SINDIECO/ARERJ e IMA/UFRJ

Local: Centro de Tecnologia da UFRJ (CT) – Bloco A – Auditório Horta Barbosa,

Ilha do Fundão (Av. Athos da Silveira Ramos, 149 – Térreo) – UFRJ

Data: 10 de agosto de 2011
Horário: das 08h às 17h30
Outras informações: (21) 2671-7639 / www.sindieco.org.br/seminario

Brasil inicia processo para instalação da logística reversa com a participação da Unaser

maio 7th, 2011

País terá regras fixas para dispor de vários tipos de resíduos, como eletroeletrônicos; lâmpadas de vapores mercuriais, sódio e mista; embalagens em geral; embalagens e resíduos de óleos lubrificantes; e o descarte de medicamentos.

Instalação do GTT Logística Reversa

Instalação do GTT Logística Reversa

A partir do segundo semestre de 2012, o Brasil vai poder experimentar uma nova forma de lidar com o descarte de cinco grupos de resíduos. Os brasileiros poderão ter regras fixas, determinadas pelo Governo Federal, para dispor de produtos como eletroeletrônicos; remédios; embalagens; resíduos e embalagens de óleos lubrificantes; e lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista.

É o início do processo para a instalação da logística reversa, o principal instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Sua implementação vai garantir o aumento do percentual de reciclagem no Brasil. Atualmente, o País recicla muito pouco. Um percentual de resíduos secos que podia atingir a casa dos 30%, não passa hoje de cerca de 13%.

A lei definiu que na logística reversa, todos os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e o cidadãos têm responsabilidade compartilhada na correta destinação do produto adquirido. A ideia central é que a vida útil do produto não termina após ser consumido, mas volta a seu ciclo de vida, para reaproveitamento, ou para uma destinação ambientalmente adequada.

Outro caminho que vai garantir ao Brasil o aumento da reciclagem é o da coleta seletiva. Além de significar uma economia anual aos cofres da União da ordem de R$ 8 bilhões, o aumento da reciclagem terá também o condão de evitar que esses resíduos cheguem aos aterros sanitários.

Lançamento - Nesta quinta-feira, 5 de maio, foram instalados cinco grupos de trabalho para implementar este tipo de logística. As cadeias que farão parte deste primeiro grupo são: eletroeletrônicos; lâmpadas de vapores mercuriais, sódio e mista; embalagens em geral; embalagens e resíduos de óleos lubrificantes; e o descarte de medicamento.

Na abertura dos trabalhos, o secretário-executivo do MMA, Francisco Gaetani, que representou a ministra Izabella Teixeira, disse que a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) não seria possível sem o engajamento de todos os setores envolvidos. “O Governo Federal tem o propósito de dialogar com todos esses setores. A PNRS é exemplar neste sentido, pois apostou no processo de discussão para que as políticas públicas fossem apropriadas”.

Segundo Gaetani, a aprovação da PNRS representa um debate nacional, que envolve qualidade de vida, novas práticas comerciais, novos padrões de comportamento.

A secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (Saic), Samyra Crespo, disse que a responsabilidade compartilhada é um exercício entre vários setores e o Governo que se encontraram para pactuar o consenso.

Esses grupos de trabalho vão debater e definir quais os tipos de produtos de cada cadeia e os tipos de resíduos que serão submetidos à logística reversa. Estão convidados a participar destes grupos todos os atores envolvidos dentro da cadeia de responsabilidade compartilhada, como importadores, fabricantes, distribuidores, comerciantes, o Movimento Nacional de Catadores de Material Reciclável, representantes dos estados e dos municípios.

Segundo Silvano Silvério, secretário de Ambiente Urbano e Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, o que se quer com a logística reversa é definir uma fórmula, uma modelagem para ser apresentada à sociedade, orientando o cidadão sobre como ele fará a disposição de seu resíduo para que ele possa ser devolvido ao seu ciclo de vida.

“Hoje, o produto é fabricado, distribuído, comercializado e depois utilizado e o cidadão não sabe como dispor dele. Nossa pretensão é que exista uma regra em que esse cidadão, depois de utilizar determinado produto, saiba que pode levá-lo a um determinado lugar, onde haverá uma unidade para recepcionar o descarte. E que aquele produto devolvido seguirá para uma reciclagem, onde algumas peças serão reutilizadas na fabricação de um novo produto semelhante numa mesma cadeia ou em outros ciclos”, explica o secretário.

Num primeiro momento, a finalidade dos grupos de trabalho será a de definir essa modelagem, determinando, por exemplo, como será custeado todo o processo e quem vai arcar com ele. A segunda etapa será a elaboração de um estudo de viabilidade técnica-econômica para as cadeias e depois a definição de subsídios para elaboração de um edital onde o Governo Federal convoca um acordo setorial para cada uma das cadeias.

No edital estarão definidas quais as cadeias e quais os produtos da logística. “Estamos escutando todos os que participam de cada uma das cadeias, de tal forma que quando o edital for elaborado não ocorram surpresas quanto à apresentação dos acordos setoriais que vão colocar a logística de pé”, informa Silvério.

O processo começa com lançamento do edital e depois com realização dos acordos setoriais. Em seguida, o Governo Federal coloca as propostas definidas em consulta pública, quando e onde o cidadão terá oportunidade de opinar, de argumentar e dizer se concorda com os termos. O Governo então analisa a proposta e, estando de acordo com o edital, convoca as partes para ratificarem um acordo setorial. Um contrato é assinado, publicado e passa a valer para o País todo.

“Tudo isso será discutido nos grupos de trabalho. A ideia é definir a regra, a modelagem, a forma de a sociedade participar. E também como se dará a participação dos estados e dos municípios, de forma complementar com a coleta seletiva. O que queremos com esses grupos de trabalho é uma harmonização para a proposta de modelagem, para os subsídios para a confecção dos editais de lançamento dos acordos setoriais”.

Em seu artigo 33, a lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, diz que são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de agrotóxicos, seus resíduos e embalagens; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Dos que são obrigatórios pela PNRS a fazer logística reversa, quatro já o fazem. São eles: agrotóxicos; pilhas e baterias; pneus e óleos lubrificantes.

Exemplo - A logística de óleo lubrificante é uma logística que funciona bem no País, por determinação de resoluções já vigentes. Mas é preciso evoluir o processo de reciclagem das embalagens e dos resíduos dos óleos lubrificantes.

Outro bom exemplo de responsabilidade pós-consumo em nosso País ocorre com relação às embalagens vazias de agrotóxicos. De acordo com Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV), nos primeiros três meses do ano foram encaminhadas para o descarte ambientalmente correto mais de 8 mil de toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas.

Segundo dados do InpEV, o volume representa crescimento de 17% em relação ao mesmo período de 2010, quando foram processadas 6 mil e novecentas toneladas. Somente em março, as unidades de recebimento do País retiraram perto de 3 mil toneladas de embalagens do campo e cerca de 90% desse material seguiram para reciclagem.

Grupo de Trabalho Temático – GTT Medicamentos

O GTT de Medicamentos conclui os trabalhos em outubro de 2011, após sete meses de discussões dentro do Grupo criado em 16 de março pelo Comitê Orientador para Implantação da Logística Reversa. O Grupo é coordenado pelo Ministério da Saúde.

Durante esse período, o comitê debate, entre outras questões, quais medicamentos serão objeto do Acordo Setorial; a metodologia para avaliação dos impactos sociais e econômicos da logística reversa; a modelagem do sistema proposto; a implementação da governança para implementação do acordo setorial; e o estudo de viabilidade técnica.

O correto descarte de medicamentos já vinha sendo debatido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), coordenadora do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). A  Anvisa tratou o tema de forma conjunta com os vários segmentos da cadeia produtiva, envolvendo o Governo Federal, o setor empresarial, as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais e a população.

Fazem parte do GTT Medicamentos:

Órgãos da União: Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM/MS); Departamento de Assistência Farmacêutica – Ministério da Saúde (DAF/MS); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa/MS);Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental /Ministério das Cidades (SNSA/MC);Secretaria de Recursos Hídricos de Ambiente Urbano (SRHU/MMA); e
Ministério da Justiça.

Órgãos dos Estados, Distrito Federal e Municípios – Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass); Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde  (Conasems).

Entidades representativas de setores da sociedade civil envolvidos pela logística reversa: Conselho Federal de Farmácia (CFF);Conselho Federal de Medicina (CFM);Conselho Federal de Química (CFQ);Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor  (FNECDC);Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma);Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABCFarma);Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma);Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico (Abafarma); Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (Febrafar);Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre);Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP);Associação Brasileira das Indústrias de Químicas Finas, Biotecnologias e suas Especialidades (Abifina); Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquif); Associação Brasileira dos Reven. e Import. de Insumos Farmacêuticos (AbRifar); Associação Brasileira das Farmácias Magistrais (Anfarmag);Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob); Sistema Nacional de Informações Toxicológicas (SinitoX/Fiocruz); União Nacional dos Sindicatos e Associações das Empresas de Reciclagem (Unaser); Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC);
Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar); Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Interfarmas.

GTT – Embalagens

Um quinto dos resíduos produzidos no Brasil é composto por embalagens. São 25 mil toneladas diárias descartadas. No restante do mundo, as embalagens são responsáveis por um terço dos resíduos domésticos, sendo 80% delas descartadas imediatamente após seu uso original. Os materiais utilizados na sua confecção são os mais variados, como vidro, plástico, aço, alumínio, papel-cartão e outros.

Essa gama de embalagens acaba dificultando a identificação pelo consumidor de como encaminhá-las para a reciclagem. Por tudo isso é que a logística reversa de embalagens tem por objetivo o desenvolvimento de embalagens com menor consumo de recursos naturais em sua fabricação, maior separação dos materiais e um maior índice de reciclagem destes materiais, reduzindo o volume de resíduos descartados e da pressão pelo meio ambiente.

O Grupo de Trabalho Temático de Embalagens (GTT Embalagens), criado após a regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, tem entre seus objetivos elaborar proposta de modelagem da logística reversa para embalagens em geral, excluídas as embalagens de agrotóxicos e óleos lubrificantes.

Fazem parte do GTT -  Embalagens:

Órgãos da União: Ministério do Meio Ambiente – MMA (Coordenador); Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); Ministério das Cidades; Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) (incluindo representante do Fundo Nacional de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia); Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC);
Ministério do Desenvolvimento Social (MDS); Ministério da Fazenda (MF); Ministério da Justiça  (MJ) (incluindo representante do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor  - DPDC);
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Órgãos dos Estados, Distrito Federal e Municípios: Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema);Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma); Frente Nacional de Prefeitos (FNP); Confederação nacional de Municípios (CNM);Associação Brasileira de Municípios (ABM).

Entidades representativas de setores da sociedade civil envolvidos pela logística reversa de embalagens: Confederação Nacional da Indústria (CNI); Confederação Nacional do Comércio (CNC);Confederação Nacional dos Transportes (CNT); Federação do Comércio (Fecomércio);Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre);Associação Brasileira de Embalagens (Abre);Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro  (Abividro);Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço); Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas); Associação Brasileira do Alumínio (Abal);Associação Brasileira da Indústria de Plástico – Abiplast);Instituto Nacional do Plástico (INP);Associação Brasileira dos produtores de Polímero Compostável e Biodegradável (Abicom);Associação Brasileira da Indústria do PET (AbiPET);Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa); Associação Brasileira de Supermercados (Abras);Associação Brasileira da Indústria da Alimentação (Abia); Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal e Cosméticos (Abihpec); Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove); Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe); Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas não Alcoolicas (Abir); Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras);Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam);Associação Brasileira dos Produtores e Envasadores de Nectares e Sucos (Abrasuco);Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim);Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati); Associacao Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla); Associação Brasileira das Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre); Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV); Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública   (ABLP); Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe);
Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC);União Nacional do Sindicato e Associações das Empresas de Reciclagem (Unaser);Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR);Sindicato da Indústria de Vidros e Cristais Planos e Ocos no Estado de São Paulo (Sindividro); Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv); Sindicato Nacional da Indústria de Estamparia de Metais (Siniem).

4. GTT Resíduos e Embalagens de Óleos Lubrificantes, coordenado pelo Sr. Ênio Pereira, representante suplente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no GTA.
Órgãos e Entidades convidados
I.Grupo 1 -  órgãos da União:
Ministérios do Meio Ambiente, Ministério de Minas e Energia, IBAMA, Mcidades, Ministério da Justiça, Agência Nacional do Petróleo – ANP,  e Inmetro;
II.Grupo 2 - órgãos dos Estados, Distrito Federal e Municípios:
ABEMA, ANAMMA, CNM, FNP, ABM.
III.Grupo 3 – entidades representativas de setores da sociedade civil diretamente impactadas pela logística reversa:
Confederação Nacional da Indústria - CNI;
Cooperativa de Trabalho no Setor da Indústria de Óleos Lubrificantes - COOPERLUB;
Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo - SINDIPLAST;
Associação Brasileira da Indústria do Plástico -  ABIPLAST;
União Nacional dos Sindicatos e Associações das Empresas de Reciclagem -  UNASER;
Forum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor -  FNECDC.
SINDICOM, SINDILUB, SIMEPETRO, SINDIRREFINO, SINDIREPA.

GTT – Eletroeletrônico

O termo resíduos eletroeletrônicos abriga inúmeros tipos de resíduos, incluindo, por exemplo, televisores, geladeiras, celulares, telefones, computadores (a CPU propriamente dita e todos seus periféricos como impressoras, monitores, teclados, mouses, etc), fogões, aspiradores-de-pó, ventiladores, congeladores, aparelhos-de-som, condicionadores-de-ar, batedeiras, liquidificadores.

Do ponto de vista ambiental, é grande a importância que se tem atribuído aos computadores pela velocidade de disseminação de seu uso e pela rapidez com que se torna obsoleto. Exemplifica isso o fato de que no período de 2006/2005, os notebooks apresentaram uma taxa de crescimento equivalente a mais de 110%.

Em termos de vendas para 2009, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica  Eletrônica (Abinee), o mercado total de venda de PCs foi de 12 milhões de unidades, dos quais 7,7 milhões de desktops e 4,3 milhões de notebooks. Estes números apontam para o fato de que 27% dos domicílios particulares dispõem de computadores, segundo fonte do IBGE.

Quanto à telefonia celular, segundo dados constantes do Panorama 2009 da Abinee, foram produzidos em 2008, 73 milhões de unidades, sendo 48 milhões de unidades para atendimento ao mercado interno de 25 milhões para exportação.

Não existe legislação federal para o descarte do resíduo tecnológico. O que existe são resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) que tratam especificamente de alguns desses resíduos, como é o caso de pilhas e baterias (401/2008). Existem também algumas ações no âmbito do Governo Federal como o recolhimento de geladeiras comandado pelo MME e o Programa de Inclusão Digital conduzido pelo Ministério do Planejamento (MPOG) que aceita doações de computadores que são recuperados e distribuídos a instituições que os destinam ao uso de comunidades carentes.

Órgãos da União – Ministério do Meio Ambiente (MMA);Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC); Ministério da Fazenda; Ministério das Cidades (Mcidades);Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e Ibama.

Órgãos dos Estados, Distrito Federal e Municípios  Associação Brasileira de Entidades de Meio Ambiente (Abema) e Associação Nacional de Órgãos de Meio Ambiente (Annama); Frente Nacional de Prefeitos (FNP); Federação Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais; Confederação Nacional de Municípios (CNM); e Associação Brasileira de Municípios (ABM).

Entidades representativas dos setores envolvidos pela logística reversa -  Confederação Nacional da Indústria (CNI); Compromisso Empresarial com a Reciclagem (sempre); Confederação Nacional do Comércio (CNC); Confederação Nacional dos Transportes (CNT);  Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec); e Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
GTT – Resíduos e embalagens de óleos lubrificantes

O processo para a logística reversa de óleos lubrificantes é feita no Brasil desde meados dos anos 50. Seu aperfeiçoamento tem se dado com resoluções normativas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com portarias interministeriais MMA/MME e com a Resolução Conama Nº 362/2005. Para as embalagens dos óleos, no entanto, não existe a estruturação de logística reversa em âmbito nacional, com exceção, para experimentos voluntários de produtores de óleos lubrificantes, localizados em alguns municípios.

A geração dos resíduos provenientes da utilização do óleo combustível cresce com o aumento do consumo, principalmente com a expansão da indústria automobilística, importante fonte geradora de resíduos, sendo que as embalagens e a geração de resíduos são o maior indicador desse crescimento. É sabido que o ciclo de vida do óleo lubrificante usado se inicia na produção do óleo lubrificante básico, oriundo da produção nas refinarias nacionais, importação ou das centrais de rerrefino de óleo usado ou contaminado.

Há cinco anos esta  resolução entrou em vigor, a Resolução Conama 362/2005, que trata da coleta e recolhimento de óleos lubrificantes usados e ou contaminados é fruto da revisão da resolução nº 993 e ela inovou em criar um grupo de monitoramento permanente da resolução. Esse grupo é formado por setores do Governo Federal, por órgãos estaduais de meio ambiente, pela sociedade civil e pelo setor empresarial. Este setor, dentro da logística reversa, tem a obrigação em patrocinar a coleta do óleo lubrificante usado contaminado, vulgarmente conhecido como óleo queimado, para trazê-lo ao sistema de rerrefino, sistema que faz com que esse óleo seja transformado em óleo lubrificante de novo, numa proporção de 75% a 80% de aproveitamento.

“Apesar do sucesso da resolução, muito ainda precisa ser feito. A resolução especificou que teria de ser recolhido 30% do óleo usado e contaminado no país. A gente já está conseguindo coletar 35% e a meta é atingir até o meio da desta década algo em torno de 42%, porque ainda há muita margem de recolhimento”, disse Silvério.

Após a utilização do óleo lubrificante são geradas três categorias de resíduos, sendo os óleos usados e contaminados, embalagens plásticas de lubrificantes pós-consumo e embalagens metálicas de lubrificantes pós-consumo. No tocante aos óleos lubrificantes é gerado um resíduo denominado óleo lubrificante usado ou contaminado, resultado da lubrificação das mais variados tipos de máquinas. O mesmo é um resíduo perigoso, com características tóxicas, que lançado na natureza, seja no solo, na água e na atmosfera causa sérios danos ao meio ambiente e à sua saúde humana em geral. Quanto às embalagens, as mesmas quando usadas, possuem restos de óleos lubrificantes e são descartadas em lixões e aterros sanitários.

Fazem parte do GTT de óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens

Órgãos da União: Ministérios do Meio Ambiente (MMA), Ministério de Minas e Energia (MME), Ibama,Ministério das Cidades (MCidades), Ministério da Justiça, Agência Nacional do Petróleo (ANP), e Inmetro;

Órgãos dos Estados, Distrito Federal e Municípios – Abema, Anamma, CNM, FNP, ABM.

Entidades representativas de setores da sociedade civil envolvidas pela logística reversa: Confederação Nacional da Indústria (CNI); Cooperativa de Trabalho no Setor da Indústria de Óleos Lubrificantes (Cooperlub);Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast); Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast);
União Nacional dos Sindicatos e Associações das Empresas de Reciclagem (Unaser); Forum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC);Sindicom; Sindilub; Simepetro; Sindirrefino; e Sindirepa.

GTT – Lâmpadas

As lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista possuem metal pesado líquido altamente tóxico para os seres humanos e a vida silvestre. O mercúrio se volatiliza facilmente a temperatura ambiente e tem elevada capacidade de dispersão. É persistente nos ambientes e, por meio de metabolismo microbiano, pode mudar de forma transformando-se em metilmercúrio.

O metilmercúrio tem a capacidade de acumular-se nos organismos e concentrar-se nas cadeias alimentares, principalmente a aquática, contaminando os peixes e tornando-os a principal via de exposição e contaminação.

Não existe legislação brasileira que estabeleça limites de concentração de mercúrio nas lâmpadas e a maioria das empresas fabricantes do material tornaram-se praticamente importadoras. A logística Reversa facilitará a separação dos materiais proporcionando um maior índice de reciclagem no País, com isso reduzindo o volume de resíduos descartados e a pressão sobre o meio ambiente.

Fazem parte do GT de lâmpadas:

Órgãos da União - Ministério do Meio Ambiente (MMA); Ministério de Minas e Energia (MME); Ministério das Cidades (Mcidades); Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério da Justiça (MJ); Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Ibama.

Órgãos dos Estados, Distrito Federal e Municípios – Associação Brasileira de Entidades de Meio Ambiente (Abema); Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma); Frente Nacional de Prefeitos (ANP); Confederação Nacional de Municípios (CNM); e Associação Brasileira de Municípios (ABM).

Entidades de setores diretamente envolvidos pela logística reversa -  Confederação Nacional da Indústria (CNI); Confederação Nacional do Comércio (CNC); Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux); Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (Abilumi);
Associação Brasileira dos Revendedores e Distribuidores de Materiais Elétricos (Abreme); Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe); Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre); Associação Brasileira dos Profissionais Liberais (ABPL); União Nacional dos Sindicatos e Associações das empresas de Reciclagem (Unaser); Compromisso Empresarial para a Reciclagem (sempre); Apliquim; bulbox; Getecno; Rodrigues & Almeida Moagem de Vidros ; Witzler; WPA Ambiental; Zoom Ambiental; Brasil Recicle; Naturalis Brasil; Trampoo Mega Reciclagem; Alta Reciclagem; Recitec e Hg Descontaminação; Eletrobrás e Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee).

05/05/2011 - Suelene Gusmão - ASCOM

Fonte: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&codigo=6658

Globo Comunidade dia 24 de Abril de 2011

abril 25th, 2011

Apresentação: Maria Paula Carvalho
Participação: Carlos Osório – Secretário Municipal de conservação e Serviços Públicos, Tião Santos – Associação de Catadores de Gramacho e Glauco Pessoa – Associação de Reciclagem do Estado do Rio de Janeiro

Bloco 1

Catadores de lixo dependem do Aterro de Jardim Gramacho para obter fonte de renda

Bloco 2

Centro tecnológico fará tratamento do lixo produzido no Rio

Bloco 3

Apenas 1% do lixo vai para a reciclagem no Rio de Janeiro

Orientação aos Recicladores do Rio de Janeiro sobre a Lei 5.918/2011

março 25th, 2011

Conforme informado anteriormente já se encontra em vigor a LEI Nº 5918 DE 16 DE MARÇO DE 2011 – DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE UM CADASTRO DE COMPRA E VENDA DE CABO DE COBRE NOS FERROS VELHOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Infelizmente a referida Lei já está valendo para todas as empresas de reciclagem do estado. Abaixo, enviamos mais informações e orientações quanto ao seu cumprimento para minimizar ou evitar as penalidades previstas e suas consequências.

Já temos base argumentativa para impetração de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade através do SINDIECO, pedindo a suspensão da lei devido vários fatores.

Solicitamos a todos que fiquem atentos para a convocação de Assembleia Geral Extraordinária, onde apresentaremos mais informações sobre o assunto e discutiremos as melhores soluções para atender a Lei 5.918/2011.

Nos colocamos a disposição para esclarecer quaisquer dúvidas dos Srs. e ajudá-los no que for necessário.

Contamos com o apoio de todos e pedimos que informem a outros empresários, clientes e fornecedores sobre o assunto.

Faça o download da Lei 5.918/2011 aqui: http://www.sindieco.org.br/DO_Rio_de_Janeiro_2011_03_18_Lei_5918_Veto_Parcial.pdf

Faça o download das orientações do SINDIECO aos seus associados: http://www.sindieco.org.br/Ofício_0321_Sindieco_Recicladores_2011_03_21_Glauco_Pessoa.pdf

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Atenciosamente,

Glauco Pessoa
Presidente do SINDIECO

Evento de Educação Ambiental em Copacabana – 27/03/11

março 25th, 2011

Com o objetivo de incentivar a entrega de PET no Ecoponto da Colônia de Pescadores Z13, orientar a população sobre a reciclagem de diversos materiais e as alternativas de coleta e reciclagem. Realizaremos a edição 2011 do projeto “O Mar Não Está Para PET”.

O Evento contará com a participação de várias entidades ambientalistas que divulgarão e apresentarão a sociedade a importância da reciclagem e da sustentabilidade ambiental.

Data: 27 de março de 2011

Horário: 9h às 14h

Local: Colônia de Pescadores Z13 – Avenida Atlântica, Posto 06 (ao lado do Forte de Copacabana)

Todos os participantes que levarem 25 garrafas PET pós consumo, receberão no local o Kit de Coleta Seletiva Domiciliar.

Segue link para conhecer melhor o Projeto “O Mar Não Está Para PET”: http://www.sindieco.org.br/  Apresentacao_Ecoponto_Colonia_  Z13_Sindieco_2011.pdf

Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/sindieco

Convite Ecoponto Z13

Notícias ALERJ: FERROS VELHOS TERÃO CADASTRO DE COMPRA E VENDA DE CABOS DE COBRE

março 25th, 2011

Agora é lei: ferros-velhos localizados no estado passarão a contar com um controle de compra e venda de cabos de cobre. A medida, que tem como objetivo coibir os roubos cada vez mais freqüentes deste tipo de material, consta da lei 5.918/11, de autoria do deputado licenciado Carlos Minc (PT), atual secretário de Estado do Ambiente. A regra foi publicada no Diário Oficial do Executivo desta quinta-feira (17/03). O acompanhamento será feito por meio de um cadastro que os comerciantes deverão manter com o nome, endereço, identidade e CPF de quem negociar os cabos, vendedores e compradores.
O descumprimento será punido com multa de mil Ufirs e, nos casos de reincidência, será feita a apreensão de todo material identificado como cabo de cobre, além do cancelamento da inscrição estadual do ponto de venda. O autor da regra explica que o grande número de furtos de cabos gerou a necessidade de adoção de um maior controle desde comércio. “Isso é uma praga. Claro que isso não vai acabar com o assunto, mas coíbe, diminui, controla. É um mecanismo para que os ferros-velhos sejam prestigiados como um elemento de reciclagem, e não como um centro de institucionalização da ladroagem”, enfatiza.

Fonte: http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo2.asp?num=38036

Lançamento do Boletim Ambiental Unaser – Número 1 – Março 2011

março 25th, 2011

Boletim da Unaser

A União Nacional do Sindicato e Associações das Empresas de Reciclagem (Unaser) publica neste mês de março o primeiro número do Boletim Ambiental da entidade.

As notícias visam o interesse das empresas de reciclagem de todo o Brasil, dando destaque para as últimas legislações, aprovadas ou em trâmite, referentes ao tema, sendo assim apropriadas também para os estudiosos e ambientalistas envolvidos com as ações da Unaser.

Com quatro páginas, formato em PDF e distribuição mensal, o boletim eletrônico apenas será distribuído digitalmente.

Se você tem alguma sugestão de pauta, fotos, agenda de eventos, vídeos, matérias referentes a sustentabilidade e reciclagem ou apenas tem interesse em receber nosso Boletim Ambiental, envie um e-mail para: imprensa@unaser.org.br e faça parte do nosso grupo.

Um abraço

Marcela Ribeiro – MTB 6655
Jornalista
Unaser

Setor da reciclagem quer aumentar participação na Política de Resíduos Sólidos

fevereiro 6th, 2011

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, recebeu nesta quinta-feira (3/2) os representantes da União Nacional dos Sindicatos e Associações das Empresas de Reciclagem (Unaser). O setor veio solicitar do Ministério uma maior participação dentro da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em dezembro de 2010 e recentemente regulamentada. Participaram da reunião a Secretária da Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Samyra Crespo, e o Secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Silvano Silvério.

Entre as principais reivindicações do setor de reciclagem apresentadas à ministra estão: a criação de um marco regulatório para a atividade, como a criação de um código brasileiro da reciclagem; a desoneração para o setor; e a abertura de um canal de diálogo entre recicladores e o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os representantes da Unaser manifestaram também o desejo de realizar o mapeamento do setor de reciclagem no Brasil.

A ministra informou aos participantes as mudanças e os ajustes que o Ministério vem promovendo, como a criação de uma secretaria sobre Cidades Sustentáveis, para substituir a secretaria que hoje cuida do ambiente urbano. Izabella explicou que, antes de qualquer coisa, é preciso que haja uma reflexão estratégica para que se possa avançar no debate sobre o setor para que esse passe a contar com uma política competitiva.

“Precisamos ter uma visão crítica do setor, com avaliação econômica e social para darmos prosseguimento a esse diálogo. Essa avaliação tem de vir embasada por estudos profundos relativos à atividade”, disse a ministra. Izabella reafirmou a importância do setor de reciclagem como um segmento competitivo, mas que necessita de aperfeiçoamento tecnológico para incrementar suas oportunidades e possibilidades.

A ministra considerou a proposta de criação de um Código Brasileiro de Reciclagem uma iniciativa oportuna, mas ponderou a necessidade se de embasar melhor o discurso para responder questões como que melhoria se conseguiria com a sua criação e que oportunidades traria. “Esse é um processo em construção e de alianças e quero entender mais profundamente a envergadura da proposição”, disse.

Quanto à reivindicação de desoneração para o setor, a ministra explicou que, antes de tudo, seria necessária uma avaliação econômica bem elaborada para a demanda e a abertura de diálogo com os estados da Federação. “Preciso de argumentos fortes do ponto de vista econômico e social para convidar outros atores à discussão. Com bons números se removem preconceitos”, disse ela.

Izabella informou aos representantes do setor que o Ministério já mantém uma agenda ampla com os catadores, assim como com a indústria e que vê com bons olhos a criação de um canal de comunicação com os recicladores.

Estiveram presentes à reunião Marcos Albuquerque, do Sindicato das Indústrias de Reciclagem do Ceará (Sindiverde); Carlos Israilev, presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico de Reciclagem (IBPqR); Manoel Padreca, secretário executivo da Associação Nacional dos Aparistas de Papel (ANAP); Marcelo Alarenga e José Carlos, da Associação Nacional das Empresas de Reciclagem de Pneus e artefatos de Borracha (Arebop); Celso Pedrino, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Recicladoras de Papel (Abirp); Glauco Pessoa e Campello de Oliveira do Sindicato das Empresas Despoluidoras do Ambiente e Gestoras de Resíduos do Estado do Rio de Janeiro (SINDIECO).

Fonte: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=6475

Momento histórico para a Reciclagem no Brasil

fevereiro 4th, 2011
Ministra do Meio ambiente recebe membros da UNASER

Ministra do Meio ambiente recebe membros da UNASER

Após décadas de serviços prestados ao meio ambiente, no último dia 03 de fevereiro, a Indústria de Reciclagem, por meio da UNASER – União Nacional dos Sindicatos e Associações das Empresas de Reciclagem, foi recebida pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Dentre vários assuntos relevantes  a este segmento de mercado, foram apresentados pelos representantes da UNASER pontos considerados urgentes, como a desoneração tributária e a elaboração do Código Brasileiro de Reciclagem.

Participaram do encontro os representantes das entidades fundadoras da UNASER: ABIRP-SP, SINDIVERDE-CE, ANAP-SP, SINDIRECICLE-MT, AREBOP-SP E SINDIECO-RJ. “Sabemos que não podemos mudar de uma hora para outra uma realidade de décadas. Todavia, estamos aqui no Ministério para abrirmos um canal de diálogo, pois, na maioria das vezes, nosso setor é deixado à margem das deliberações que impactam diretamente nas atividades por nós desempenhadas”, afirma Glauco Pessoa, presidente da UNASER.

De acordo com a Ministra Izabella, os benefícios das atividades da indústria da reciclagem são inegáveis. Entretanto, é necessária uma análise crítica da realidade e do potencial do setor. Para isso, a UNASER desenvolverá o trabalho em conjunto com analistas do Ministério que não apenas avaliem os aspectos sociais e ambientais, mas, principalmente, o negócio e seus gargalos, assim como suas demandas por desenvolvimento tecnológico.

Eis um dos grandes desafios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: A oportunidade de estabelecer a reciclagem como um mercado estratégico para o Brasil.

UNASER: unaser@unaser.org.br